Um pontinho de bosta bem no meio da testa, acordou aquele jovem. Era um sabiá que despertava o sonolento jovem para um passeio fora de hora, fora de tempo e lugar.
―Ei! que "negoço" é esse de mirar bem na minha cara?
―oh! me desculpe meu nobre senhor, me senti atraído a despejar uma parte de mim, onde mais se necessita.
Uma pedra vôou quase no meio das asas do passarinho, imediatamente às suas palavras.
―Quanta violência! ― protestou um dos animais, ali enjaulados; e acrescentou:
―Que força! você quase o acertou!
―Que raiva! ―grita o jovem, que sai correndo para lavar o rosto.
Adiante de si, dispara o mesmo cavalo, que outro dia recusou-se a fugir com os outros. Relincha, relincha ferozmente, em direção a saída daquela fazenda... desaparece no mato, para o espanto do jovem que observa estupefato.
Segue-o.
Perde-o de vista, ao mesmo tempo que se perde na floresta densa, e de pouca luz.
Caminha... caminha sem saber o caminho nem de IDa e nem de volta... Mas no caminho em que está, mais perdido do que se sente, impossível.[continua no próximo capítulo]
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