Um novo campo de aromas se inicia, e consigo, possibilidades.
O burburinho ainda estava instalado na casa.
O clima nublado dava o tom da frieza nas relações entre pai e filho, que nunca fora das melhores, mas agora, após tantos anos separados, eles pareciam agendados para um eclipse.
Na hora do almoço, o filho não se junta ao pai... Essa é a terceira vez desde a tentativa de abolição da escravatura, daqueles animais.
Então o pai, se dirige ao quarto do filho, e após alguns segundos de um fuzilamento entre os olhares, houve-se apenas uma fala:
―Esta é a minha casa... aqui prevalece as minhas ordens, e se você não estiver satisfeito com ela: saia!...porque da próxima vez que que você surtar, ou tiver um ataque de "heroísmo", eu não vou pestanejar em mandar lhe internar!
Dito isso, retirou-se.
Um silêncio ensurdecedor invadiu a casa daquele dia em diante...
E aquele jovem, parecia estar diante de um dilema:
―Voltar para a selva, ou permanecer naquela prisão sem muros.
Uma águia rasgou as nuvens que cobriam aquele tempo cinzento... e nas nuvens que cortou, imprimiu a mensagem para aquele dia:
"O que tu queres de fato libertar?"