Naquela penumbra,
Naquele silêncio,
No sigilo da alma, levanta-se lentamente,aquele jovem menino, e vai em direção a um espelho.
O que ele vê, o que ele sente, o que pressente diante dele: "impossível dizer... se é real ou ilusão... há um limite pra razão*"...
Não se reconhece na imagem refletida...
Aqueles olhos não são seus... é da fera que o domava, e que pela primeira vez o encarara, jogados, na lixera...
"Muitas são as coisas das quais desejamos não ver... embora as desejemos." (Anderson Gomes)
