Noutro dia, cedo ainda, o jovem se dirigiu ao curral, olhou o cavalo, olhou... olhou... concluiu: "indomável!"
―Por que ele não fugiu, com os outros?... Tanta força presa de si mesmo.
Pouco tempo depois, foi visitar outros animais capturados. Desta vez, estava diante de um limite: a condição imposta por seu pai. Soltá-los implicava também em ele mesmo ter que IR... e ir para onde? Ao mesmo tempo se via livre, e preso ao mesmo tempo.
Na contemplação de si mesmo, em vez de abrir a porteira de cada cercado, outra vez, adentrou, e dormiu com os animais.
―Por que ele não fugiu, com os outros?... Tanta força presa de si mesmo.
Pouco tempo depois, foi visitar outros animais capturados. Desta vez, estava diante de um limite: a condição imposta por seu pai. Soltá-los implicava também em ele mesmo ter que IR... e ir para onde? Ao mesmo tempo se via livre, e preso ao mesmo tempo.
Na contemplação de si mesmo, em vez de abrir a porteira de cada cercado, outra vez, adentrou, e dormiu com os animais.
Não havia muita diferença para ele a espécie de lugar de onde brotava o sono, pois o sonho que ele tinha, era sempre o mesmo: viajar pela lua, caminhar nas estrelas, vagar pelo céu... e ventilar sua L-I-B-E-R-D-A-D-E...
Que diferença faria dormir acordado ou de olhos fechados para aquele prisioneiro da liberdade?...a vida era um limbo... e só fazia sentido quando sentido não tinha.
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