Amanhecia...
e nos braços da árvore a criança dormia,
embalado no canto dos bem-te-vis...
Os primeiros raios de sol tocam-lhe a pele,
É uma sensação única —ser acordado pelo astro rei.
Desperta...
... O menino desce da árvore num único salto. Destino? O caminho do sol.
E lá vai ele, naquela mesma estrada, acelerando os passos, rumo ao nada.
Ele corre, ele anda, ele pára...
Ele corre, ele anda, ele pára...
Mas... lá estava ele...
outra vez...
Na companhia de sua velha amiga árvore...
Os primeiros raios de sol tocam-lhe a pele,
É uma sensação única —ser acordado pelo astro rei.
Desperta...
... O menino desce da árvore num único salto. Destino? O caminho do sol.
E lá vai ele, naquela mesma estrada, acelerando os passos, rumo ao nada.
Ele corre, ele anda, ele pára...
Ele corre, ele anda, ele pára...
Ele corre,
Ele anda,
e ele pára...
e ...para onde vai?
―Rumo ao nada―, ou melhor...rumo ao sol, antes que ele suba demais outra vez, para o menino poder descobrir aonde ele mora...
Ele cansa, ele senta e ele chora...
e sua única compnhia nesta hora
é a fome inimiga de sua missão.
Seu coração quer a constante busca,
Mas seus pés quer o Pão.