sentou-se em sua mais nova cama...
Quarto arrumado...
aroma do campo.
Havia um prato coberto sobre uma pequena mesa, perto da porta. Nele estava sua comida predileta, que seu pai mandou fazer.
Ao perceber o movimento no quarto, tratou-se de dar-lhe as boas vindas:
—Bom dia meu rapaz?
O jovem menino levantou sua vista vagarosamente em direção aquela face, e estranhamente pairou uma neblina de dúvida no ar, porém nada respondeu.
—Seja muito bem vindo, esta casa também é sua, e tudo que vês por esta janela (abre a janela) também é seu!
A luz do dia que entrava pela janela naquela manhã, parecia que inundava sua alma, como se fosse aquele: SEU PRIMEIRO AMANHECER.
O jovem menino se aproxima da janela, senta-se nela, contemplando o horizonte ensolarado, como aqueles, que ainda trazia na lembrança.
Continuando aquele discurso matinal, o pai lhe disse:
—Aqui você estará seguro... Você é livre para fazer o que quiser, Massss... nunca atravesse aquela cerca (aponta)... São terras inimigas...
Dito isso, retirou-se para suas caçadas, rotineiras.
O Jovem menino, continuou ali, na janela, imóvel... tentando abranger com seu olhar, o limite do horizonte, até onde lhe era possível....... E, NESTE MOMENTO, UM NOVO HORIZONTE, COMEÇOU A DESENHAR-SE EM SUA
VIDA.
