O abraço consolador, domava o coração feroz e ferido daquele menino... Agora, sob os cuidados de um desconhecido...
O menino foi levado para uma a fazenda... o lar do Caçador, que agora alimentava aquele "bicho do mato", sedento e faminto... dava a impressão que do modo como comia, o mundo ia se acabar...
Farta-se...
Deita-se e logo pega no sono... ali mesmo no chão...
O caçador apenas observa ao longe aquele "bicho do mato" embaixo da mesa como um cão sem dono... Talvez fosse dessa maneira, como aquele menino estavesse se sentindo... Talvez fosse essa a sua maior expressão.
Há coisas na vida que não são ditas...Há outras que são verbalizadas pelo silêncio... (Anderson Gomes)