Submerso...
O menino voltara por um instante, ao líquido amniótico, que lhe fez parecer aquele barrio dágua...
Se pudesse, nunca sairia de lá...
Mas o seu curto fôlego, forçosamente o paria...
...Para quê?
Para quê se ali era mais tranquilo e mais seguro?...
Se ali era calmo e sereno, embora escuro...
Mas era tudo o que queria,
e se pudesse nunca sairia de lá...
—Por que as coisas não podem ser como a gente quer?...
...Por quê?—borbulha o menino.
O menino voltara por um instante, ao líquido amniótico, que lhe fez parecer aquele barrio dágua...
Se pudesse, nunca sairia de lá...
Mas o seu curto fôlego, forçosamente o paria...
...Para quê?
Para quê se ali era mais tranquilo e mais seguro?...
Se ali era calmo e sereno, embora escuro...
Mas era tudo o que queria,
e se pudesse nunca sairia de lá...
—Por que as coisas não podem ser como a gente quer?...
...Por quê?—borbulha o menino.
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