Ainda na pedra, sentado com os olhos fixos no chão, o menino da árvore, percebeu uma fileira de formigas que seguia rumo a uma escalada na árvore mais próxima.
—É isso!— gritou!
O menino subiu imediatamente na "árvore das formigas" para se localizar onde estava.
Esta árvore não era tão alta quanto a sua, mas, no topo já dava para perceber o caminho de volta para casa.
Feliz, eufórico, ao descer da árvore apressado, escorregou de um dos galhos que o fazia degrau, e caiu.... Por sorte, o galho em que escorregou, já estava bem perto do chão. Mas foi um susto e tanto... ficou tonto, e ainda no chão, tentava esperar o impacto passar, quando para sua surpresa, pouco tempo depois, o menino disperta sob os beliscões das formigas raivosas que reclamavam um galho quebrado, daquela a quem tanto prezava: a árvore sombreira.
—ai—grita o garoto assustado com o ardor das mordidas das formigas.
Levanta-se batendo na roupa, tangendo algumas outras presas em algumas partes de sua roupa.
Com o corpo ainda dolorido, segue mancando o caminho percebido no topo da árvore.
—e tudo isso por causa de um sol.—lamenta o menino da árvore, que frustrado, tenta chegar, com o pouco que resta de suas forças, até sua casa.
—Como seria bom, se eu pudesse chegar logo em casa...—pensava o menino.
"Por quê as coisas num podem ser do jeito que a gente quer?...Por quê?"
Nenhum comentário:
Postar um comentário