Parace fácil escolher, entre VIVER ou MORRER... mas não para algumas pessoas...
Algumas caminham mortas sem nem o saberem; outras se não morreram, caminham para a beira do abismo se defrontar com o perigo... Não por uma questão de destino, mas por uma questão de BUSCA...
... e o que busca, desde sempre, aquele menino, não é nada mais, nada menos que sua luta pela sobrevivência... e toda sobrevivência traz um risco de morte.
Ali estava ele novamente buscando-se sobreviver às feras selvagens da noite... como se não tivesse bastado: a fera que o pariu.
Geme... Chora... Geme... Chora...
Às vezes muda-se a sequência deste repertório, mas o conteúdo seria sempre o mesmo, não fosse os passos humanos de um socorro, trazidos pelo caçador, que por ali preparava armadilhas pra sua próxima caçada.
Agora, o menino não se esconde... mas em vez disso, corre ao encontro do caçador, e se joga sob seus pés... trêmulo.
Desta vez, o "caça-dor" não trazia nem fruta e nem suprimentos, mas trouxe consigo naquele momento, algo muito mais forte que qualquer outra coisa:
Algumas caminham mortas sem nem o saberem; outras se não morreram, caminham para a beira do abismo se defrontar com o perigo... Não por uma questão de destino, mas por uma questão de BUSCA...
... e o que busca, desde sempre, aquele menino, não é nada mais, nada menos que sua luta pela sobrevivência... e toda sobrevivência traz um risco de morte.
Ali estava ele novamente buscando-se sobreviver às feras selvagens da noite... como se não tivesse bastado: a fera que o pariu.
Geme... Chora... Geme... Chora...
Às vezes muda-se a sequência deste repertório, mas o conteúdo seria sempre o mesmo, não fosse os passos humanos de um socorro, trazidos pelo caçador, que por ali preparava armadilhas pra sua próxima caçada.
Agora, o menino não se esconde... mas em vez disso, corre ao encontro do caçador, e se joga sob seus pés... trêmulo.
Desta vez, o "caça-dor" não trazia nem fruta e nem suprimentos, mas trouxe consigo naquele momento, algo muito mais forte que qualquer outra coisa:
―O caçador lhe trouxe um abraço.
Talvez não seja possível entender a linguagem dos homens e dos anjos... mas há linguagens que são universais... (Anderson Gomes)
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