A janela estava do mesmo jeito... aberta.
A mesa estava no mesmo lugar, quebrada.
A porta havia sido arrombada, percebia-se...
Mas a casa estava abandonada, fria e assustada, como aquele jovem também estava.
Seu quarto vazio, atapetado com cocôs de rato, ainda guardava pra ele os rabiscos de sua infância.
Ainda estavam lá desenhados: o sol, o monte, a montanha... e a sua velha amiga árvore ―a babá.
Dela, somente restara um buraco, cujo entulho agora, procurava tampá-lo.
Dela, somente restara um buraco, cujo entulho agora, procurava tampá-lo.
Do lado de fora, aquele vazio... no meio do Nada.
Naquele quintal: um barrio cheio de ar...
Mais adiante, o "jovem menino" avistava aquele buraco... cuja lacuna apontava para um outra ainda MAIOR...
―O vazio da alma.
―O vazio da alma.
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