À tardezinha, enquanto os animais capturados eram aos poucos trazidos de volta à fazenda pelos empregados de seu pai, o jovem libertador ouvia de longe um relinchar ao fundo de seu quarto... parecia que chamava seu nome...
Pulando a janela num único salto, em outro, já estava diante da cocheira de onde vinha aquele "chamado".
Para a supresa do jovenzinho, um dos cavalos não tinha fugido com os outros animais... "Mas a porta estava aberta, o que foi que aconteceu?" Dizia para si mesmo... e enquanto se perguntava repetidas vezes, o mesmo relincho veio a responder as suas questões:
―algumas porteiras, embora estejam abertas, não são capazes de libertar um coração prisioneiro de SI mesmo... (por mais animalesco que ele seja).
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