Vê-se uma árvore despontando-se em meio ao verde...Ouve-se uma voz retumbante à luz do sol...
―Por quê tanta pressa?
O menino freia imadiatamente, buscando um cabresto que nunca lhe fora possível...
Pára, olha para o alto, bem no alto...
e eis que as folhas se moviam como quem lhe queria convidar para uma rica subida no tronco enigmático daquela árvore.
Sobe.
E com poucas manobras já atingira o topo, as folhas, a luz.
De lá, acompanha o percurso do sol, que "a esta altura já se encontrava no alto".
Contempla... e banha-se com os raios do astro rei, que parece iluminar o seu caminho de volta...
Ele nunca conseguiria alcançá-lo à bom tempo... Mas seu destino, era seu tormento, e também o seu sustento... que a qualquer momento parecia tornar-se seu "pôr-do-sol".
2 comentários:
Menino, menino...
Cuide-se para que esse teu retorno não comprometa teu DEVIR.
Menino, menino...
Olhe o ASTRO-REI e veja como ele é robusto e desenvolvido... Não se perca nesse teu olhar, e esqueça do teu brilho próprio.
Obrigado Breno, pelo seu cometário aqui no blog...
Gostei do que escreveu para O MENINO DA ÁRVORE...
...
Ele tb é grato.
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