Toc... Toc... Toc
—Ei mocinho, não vai jantar, não?
Toc... Toc... Toc..
—AlôO? tem alguém aí?
SILÊNCIO GERAL
A mãe do "anjinho" continua batendo na porta do seu quarto, na tentativa de traze-lo para o seu "inferno particular", como assim ele, o considerava .
—Não vou mais lhe chamar, se não abrir o ferrolho dessa porta, agora, vou ter que chamar o seu pai pra dar um jeito nisso!
Há coisas que valem qualquer sacrifício...
Há coisas que não se pode esperar...
Há coisas que se fazem de cegos...
e há coisas que ninguém deve duvidar...
Há coisas que se pagam pra ver...
Há outras que não tem preço.
Há crianças que buscam qualquer coisa...
Mas há outras que sabem a Coisa que buscam...
e aquela criança do quarto —era uma delas...
—Ei mocinho, não vai jantar, não?
Toc... Toc... Toc..
—AlôO? tem alguém aí?
SILÊNCIO GERAL
A mãe do "anjinho" continua batendo na porta do seu quarto, na tentativa de traze-lo para o seu "inferno particular", como assim ele, o considerava .
—Não vou mais lhe chamar, se não abrir o ferrolho dessa porta, agora, vou ter que chamar o seu pai pra dar um jeito nisso!
Há coisas que valem qualquer sacrifício...
Há coisas que não se pode esperar...
Há coisas que se fazem de cegos...
e há coisas que ninguém deve duvidar...
Há coisas que se pagam pra ver...
Há outras que não tem preço.
Há crianças que buscam qualquer coisa...
Mas há outras que sabem a Coisa que buscam...
e aquela criança do quarto —era uma delas...
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